Um monte de nós presos na minha garganta
Me sufocando, me matando, me confundindo
Me submetendo de frente a um belo precipício
Tão bonito onde possa realizar meu notório suicídio
Sem mais delongas, ou pequenas afrontas
Que se encontra por aí, nada muda, tudo continua assim
O lado escuro tomando conta de mim
Como o obscuro que tenta me persuadir
Me iludir, me levar para longe de mim
Me fazer esquecer que um dia eu sorri
Tão certo assim, como esse mal mal que brotou em mim
Eu vou prosseguir, em direção ao precipício
O belo precipício que escolhi, para me extinguir
Para me libertar e sair daqui.