E ele morre, amém
No final ele teve muita sorte, amém também!
Talvez logo logo, eu, eu mesmo
Eu beberei, das águas do rio de Deus
E serei fartamente saciado
Como se eu só tivesse feito o bem
Sem veritaserum
Eu me adiantarei
Confessarei os meus pecados
Serei no mais íntimo, limpo e libertado
O segredo revelado
Eu não sou mais puro
Fiz é pouco, ainda faço
Tenho deitado em diferente camas
Sem medo, me aventurado
Eu já falei mil vezes
Não adiantaria me julgar culpado
Sentindo-me desprezado
Por quem eu tenho gostado
E por tal que tem se voltado
Me deu dois simples selos
Infelizmente esqueci o seu abraço
Por isso eu fiz
E não me arrependo
Mas tão certo como os meus dias estão contados
Tão certo quanto a morte que está do meu lado
Eu vou me limpar desses percausos
E sim, eu beberei da água do Rio de Deus
Depois das lamparinas, azeite, óleo, sangue
Promessas, incensos, sacrifícios e consagrações
E me limparei para uma nova chance, amém.
31 de outubro de 2012
30 de outubro de 2012
Enquanto espero
Tudo bem, se tem que ser assim eu aceito
Eu até concordo que é melhor do seu jeito
Eu espero, é, eu aguento
Só não demore muito
Não que eu vá sem você
Mas não quero ficar aqui parado
Eu vou conseguir
Mas é melhor que não seja assim
Então não demore, lembre de mim
Estou aqui
Eu vou esperar, vem me tirar daqui
Eu não vou sozinho
Relaxe, eu nem sei como ir
29 de outubro de 2012
Lágrima
De novo uma poeira em meus olhos
Coço até doer, ando desnorteado
Sem saber pra onde ir ou para quê
O que fazer com um nó na garganta
E a agora a borra lacrimosa
A música melancólica
A mente só
A cara sólida.
28 de outubro de 2012
Fantasmas
O tempo todo
Sério, a todo momento
É como se tivesse alguém a esquerda
Atrás de mim
Uma sombra negra
Que me tenta
Que que quer chamar minha atenção
As vezes parece um acenão de mãos
Um corpo magricela
Ou um corpozarrão
Até que não estou muito assustado
Com tantos fantasmas ao meu lado
Mas sei lá
-chispa, chega, xô, vai pra lá!
27 de outubro de 2012
Oco
E sol nasce mais uma vez
Sorte, não, azar, eu sei.
Cheguei tão perto de me livrar de tudo
E louco, implorei para ficar
Fiquei, eu não lembro muito bem
Mas foi por conta de uma traição
Eu acho, estava afundando
E mais uma vez Deus estendeu sua mão
Me levantou, ele não me deixou
Mas agora estava pensando
Estou vazio como um vaso oco
Não faz sentido ficar, pode me levar
26 de outubro de 2012
Desequilibrado
O lado escuro do meu coração
Assustado, desta vez, qual opressão?
É que eu não faço mais nada de bom
Nada direito, mais atrapalho e mais defeitos
Eu nem sei mais, vou ficar calado
Em estado de choque
Sempre me fazendo de forte, porém frágil
Será que alguém imagina que tenho mil emoções
E as vezes fico desequilibrado?
Mas estou desesperado
Levo uma culpa como se tivesse assassinado
Um pequeno animal, sério, estou muito mal
25 de outubro de 2012
A culpa
O que eu percebo é que
Eu continuo vivendo tudo espiritual
Que o carnal não consegue me dominar
Que tudo que acontece vem pra me inspirar
Ou então me afundar
Eu começo a xingar
Cantar as músicas que me fazem chorar
Dou a pensar, neste meu azar
Fico com falta de ar
Me lembro que viver é se entediar
Prefiro morrer sem medo de dizer
Dá vontade de fumar ou beber
Mas não vou fazer
A noite é preferível
Insônia para me moer
A culpa até do que não fiz
Mas deixa, eu vou sobreviver
24 de outubro de 2012
Um Grito
Estou com muita vontade de gritar
Mas o que adiantaria, escrevendo, gritar aqui
Não faria barulho, ninguém iria me ouvir
Não que eu quisesse, eu só queria tirar isso de mim
Eu iria gritar e teria a doce sensação de me libertar
Não é como se limpar, ter os pecados perdoados
E levemente respirar, é passageiro
Mas seria melhor do que chorar
Puxo ar, dou a suspirar, estou no trabalho
Sentado, as vezes entediado, como iria gritar?
Deixa a dor como estar, se aumentar que exploda logo
E quem sabe isso vai passar.
23 de outubro de 2012
Esconderijo
E quando começa a ficar perigoso viver
O jeito é encontrar uma maneira de se afastar
Um esconderijo para se esconder
Um papel, uma caneta, uma ideia para ter o que fazer
Um bom livro, se a ideia faltar, terei o que ler
Mas está ficando muito arriscado
Não sei se é impressão, mas estou com a sensação de estar sendo observado
Olho para todos os lados e não sei de onde veio o som que assobiou
Estava andando e ouvir uma conhecida voz que me chamou
Não era ninguém, estou ficando com muito medo
Ou talvez, era alguém, um demônio talvez
Eu não sei, eu sei que terei que me esconder
Pois está perigoso demais viver.
22 de outubro de 2012
O Obscuro
Era noite
Um cara deitado na cama
Espremido como se sentisse dor
De capuz na cabeça
Olhos vigilantes
Um quarto de luzes apagadas
Uma mente infectada
Pensava e alimentava
A dor que levava e a sua imensurável raiva
Nada de bom, tudo remetia uma falta
De um sentimento que nunca teve
De algo que não existiu mas sempre fez falta
E em meio ao quarto escuro
Ele buscava o obscuro
A solidão estava alí
A sua alma mais negra que sua pele
O ódio, o mal que vem lhe impedir
O obscuro lhe chama, ele vai
Tudo se confunde, nada passa, nada volta
Não é simples, eu me importo, não assim
E se acaba, mas nunca é o fim.
21 de outubro de 2012
O plano secreto Parte 3 FINAL
E se eu fizesse um ato heróico
Algo para chamar a atenção
De todos que me amam
Dos meus amigos e meus irmão
Eles veriam? Eles mudariam ou simplesmente continuaria
Levaria, deixaria tudo como está
Eu não presto pra mais nada
Mas queria Te ver, O Senhor iria me salvar?
Me diga, por favor, para onde eu vou?
O que vai ser de mim, é verdade, eu vou sucumbir?
Eu não posso morrer e simplesmente sumir
Eu queria mesmo é te ver, saber como é
Se é como na minha visão
Aquela fumaça gigante
De olhos fuminantes
E cabelos esvoaçantes
Seria assim, eu quero subir, eu quero estar aí
Eu preciso, isso seria bom pra mim
Vou planejar tudo direito depois vou agir
20 de outubro de 2012
O plano secreto Parte 2
Eu sinto sua falta,
parece ser tristeza, mas eu sei, é saudade
Eu sei que não posso voltar
Eu fiz um caminho contrário
E ninguém que eu espere vai me ajudar
Meu amiguinho, meu amor
Ele está louco, eu nem sei o que pensar
Minha amiga, sua menininha, também está perdida
Eu não sei, mas vou continuar a suplicar
Salve-os e me leve, por favor, me leve
Me deixe longe de todos
Isso tem que acabar
E se eu me sacrificar?
Todos continuariam a definhar
E se eu fizer como...
Iria funcionar?
19 de outubro de 2012
O plano secreto parte 1
Deus, me sinto...
Extremamente cansado
Já te pedi cento e quarenta e quatro mil vezes
Que me leve
Me sinto o tempo todo estressado
Não deveria, pois o Senhor tem me cuidado
Tem abençoado a mim, minha família e quem tem estado do meu lado.
O Senhor Deus, O Senhor tem até afastado, toda doença
Toda peste e até os meus percausos
Tem me sustentado, mesmo quando tenho me voltado
Contra Ti, blasfemado, falando as coisas que penso
Pensando as coisas que sinto, que me faz esbravejar
Que as vezes me fazem querer tê-lo bem distante
O mais longe que eu possa imaginar
Mas não quero que continue assim
Sou capaz de virar as costa se olhar com amor pra mim.
Não, não assim.
18 de outubro de 2012
Eu decido
Que péssima sensação me acompanha o tempo todo
Uma mistura de mal estar com com um mal gosto
Como se o beijo fosse coisa proibida
E minha cabeça estivesse gravemente ferida
Eu escuto rock para temporariamente me libertar
A fumaça que sai do meu ouvido
Vem da raiva que vive a me queimar
O sol não pode me esquentar
Nem este gelo me matar
Eu, somente eu decido
Como estou e como vou continuar.
17 de outubro de 2012
Seu mal
Sabe, eu não daria nada para voltar
Um dia, uma hora, um minuto
Nem se eu fosse parar no melhor lugar
Onde já estive, um show, um encontro ou meu lar
Eu não daria nem a poeira que veio no pé
Porque...
Isso tem acabar logo, já deu!
Isso tem que passar logo.
Alguém poderia me responder se só eu sou assim
Ou ninguém escreve pois odeia admitir
A dor, seu mal, algo que implica a sorrir.
Não faça nada por mim
Me deixe aqui
Estou indo
ninguém
Pode
ir
16 de outubro de 2012
Eu vou acreditar
Enquanto ainda me é dado dias de penitência
Enquanto ainda eu tenho que viver invocando paciência
E tenho que andar sem muito murmurar
E imaginar que tudo vai melhorar
Ainda preciso acreditar
Pensar positivo, e declarar, eu tenho um bom lugar
Em algum lugar, a paz que vou encontrar
Em algum lugar, um corpo quente pra me abraçar
Enquanto ainda eu sonhar, em alcarçar minhas promessas
E tanto faz se ninguém se importa ou se importar
Eu vou acreditar, e até prestigiarei meu pacto com Deus
Mas sei lá, eu vou acreditar.
15 de outubro de 2012
Não me ouve
Tem alguém aí?
Bem, eu de novo
Falando com o meu coração
Mas ele não responde
Ele não quer me ouvir
Eu falo para ele mudar tudo
Todos os meus sentimentos
Toda dor
Todo aperto que está aqui dentro
Toda raiva sem fundamentos
Tudo, todo desespero
Mas ele não quer
Eu nem sei mais ao menos
Se ele está, se ele mora aqui dentro
14 de outubro de 2012
E todos perdem
Nem tudo é como eu queria que fosse
Ou acontece como devia acontecer
Nada é como eu planejo para ser
Tantas regras, mas, não existem leis que prevaleçam
Existe um opinião confusa e uma mente enraivecida
Existe uma resposta para todas as minhas brigas
Tentam colocar na minha cabeça
Que as coisas tem uma ordem
Mas não existe padrões pra sutileza
Assim todos perdem e se fode
É ruim saber o resultado futuro
É pior não conseguir gritar os absurdos
13 de outubro de 2012
Tudo como está
Como dizer sem blasfemar?
Abrir meu coração porque preciso desabafar
Se serei compreendido, se poderá me ajudar
A verdade tem que ser dita
Até mesmo se faltar mãos pra digitar.
Um ponto inicial, antigo
E eu a farfalhar
Com toda enlouquência
Esta doença pode acabar
Um lado, dois casos, um salto
A saudade volta a atacar
Uma caneta, tinta azul
Meu caderno, meus sentidos dispersos
Vejo tudo como está
Abrir meu coração porque preciso desabafar
Se serei compreendido, se poderá me ajudar
A verdade tem que ser dita
Até mesmo se faltar mãos pra digitar.
Um ponto inicial, antigo
E eu a farfalhar
Com toda enlouquência
Esta doença pode acabar
Um lado, dois casos, um salto
A saudade volta a atacar
Uma caneta, tinta azul
Meu caderno, meus sentidos dispersos
Vejo tudo como está
12 de outubro de 2012
Que tudo volte
Um novo sonho cairia bem
Uma revira-volta pra melhor também
Também o bem, sem pra quê, ou para alguém
Que me escute, não me insulte
Não me perturbe
Não me use para si
Por favor, Não assim
Por toda dor
Que tudo me causou
Pela mão que molhou
Me consagrou
Que tudo mude
Que tudo volte
Que nasça sorte
Uma revira-volta pra melhor também
Também o bem, sem pra quê, ou para alguém
Que me escute, não me insulte
Não me perturbe
Não me use para si
Por favor, Não assim
Por toda dor
Que tudo me causou
Pela mão que molhou
Me consagrou
Que tudo mude
Que tudo volte
Que nasça sorte
11 de outubro de 2012
Liberdade 3
Sabe o que eu penso?
Que a vida é curtíssima
Que andar sozinho ás vezes vale mais
Que dançar e cantar é um dos caminho para paz
Que mentir é preciso, mas ninguém deve fazer
Que o amor é uma loucura que eu tenho que aprender
Se eu ando e alguém me diz que sou amuleto de sorte
Para todos e somente para alguém
Que a morte anda do meu lado e ela vai e vem
É de assustar mesmo uma velhinha que fala meio sem ar
Falando sem parar, segurando meu braço
Me impedindo de ir trabalhar
Depois me fazendo pensar
Que eu já a conhecia de algum lugar
Do inferno? Mas eu nunca estive lá
Me sentindo preso, preciso me libertar
Do caminho que fiz, qual pode acabar
10 de outubro de 2012
Liberdade 2
Me mate se no momento seguinte eu for me encontrar com você
Se finalmente, enfim, poderia te olhar, isto é… Te ver
Meu Senhor, e finalmente poderei resolver
Tudo que sinto, que me sufoca e me torna imprevisível
Liberdade, vem, fica aqui comigo
Saudade de tudo um pouco, até de tirar lodo do umbigo
De entrar na sua casa e na adoração o cheiro de Óleo Ungido
Liberdade, para onde eu estou indo?
E por que tanta agonía no espirito?
Me leve consigo se isso for preciso
Me dê um abrigo onde me sinta bem
Porém esteja bem protegido
9 de outubro de 2012
Liberdade 1
Caminhando distraído, cantando, assobiando
Olhando para meus pés cansando
Meus estómago roncando
Meus óculos embaçando
Meu ventre se apertando
A minha dor e raiva ninguém sente
-Quanto a isso, será que ele mente?
Eu as vezes leio mentes
É verdade, eu não disse tudo
Mas o pouco que contei, é verdade
Eu fiz, eu errei, eu até faria outra vez
Também não quero mais ser crente
Assim como não voltaria a ser inocente
Não deixaria minha transversal
Nem meu mundo virtual
Por nada que me prenda
Mas por qualquer coisa que me desse Liberdade
Cont…
8 de outubro de 2012
Pequenas coisas
Só algumas pequenas coisas e já estou indo
Isso, saindo daqui, voltando para ficar por aí
Mesmo assim, tenho que fazer algumas coisas aqui
Porque, acho que essa vida não dá mais para mim
Quando penso demais e quero sumir
Sei lá no fundo acho que tem solução
Esta triste solidão não é o meu fim
Mas e daí?
E se eu morrer, não iria me deixar realmente ir
Acho que temos uma história para contar
E… ela não acaba assim
Vem, fica pero de mim
Ou me espera estou chegando aí.
7 de outubro de 2012
O que ainda não vi
Chega, por favor, abre essas grades
Tira essas correntes de mim
Me liberta, eu quero sair daqui
Eu preciso muito disso
É mais que o desejo de morrer
De fujir, de sumir
É a sublime vontade de me corrigir
Encontrar a paz de existir
Mergulhar mais uma vez
Sair de mim
Entrar sem medo
No o que ainda não vi.
Tira essas correntes de mim
Me liberta, eu quero sair daqui
Eu preciso muito disso
É mais que o desejo de morrer
De fujir, de sumir
É a sublime vontade de me corrigir
Encontrar a paz de existir
Mergulhar mais uma vez
Sair de mim
Entrar sem medo
No o que ainda não vi.
6 de outubro de 2012
Melhor assim
Os dias parecem se repetir
Sensação de não estar vivendo
Sensação de Dé-já-ví
Bem, olhem para mim
Eu já posso dormir
Me perguntaram se estou bem
E como iria mentir
"Estou melhor assim"
Por enquanto, ou até o fim
Horas voam e passam por cima de mim
Tudo corre alucinadamente, tudo foge daqui
Vamos por ali, o caminho certo é o que mais gente seguir
Tudo para iludir
Caras, vozes espirituais, nada, nada a mais
Fuja em quanto é tempo de fujir
Sensação de não estar vivendo
Sensação de Dé-já-ví
Bem, olhem para mim
Eu já posso dormir
Me perguntaram se estou bem
E como iria mentir
"Estou melhor assim"
Por enquanto, ou até o fim
Horas voam e passam por cima de mim
Tudo corre alucinadamente, tudo foge daqui
Vamos por ali, o caminho certo é o que mais gente seguir
Tudo para iludir
Caras, vozes espirituais, nada, nada a mais
Fuja em quanto é tempo de fujir
5 de outubro de 2012
O Cativeiro
O cativeiro, o lobo, o louco
O pássaro assustado
Um pobre miserável
Apenas mais um coitado
O fraco, o feio, o problemático
O arrasado, insano, desligado
De alma confusa
Doente, muito carente
Sempre quente, sente tudo
Tudo em mente
Aqui, agora e eternamente
O pássaro assustado
Um pobre miserável
Apenas mais um coitado
O fraco, o feio, o problemático
O arrasado, insano, desligado
De alma confusa
Doente, muito carente
Sempre quente, sente tudo
Tudo em mente
Aqui, agora e eternamente
4 de outubro de 2012
O último elo
Oras bolas, tudo passa, bate e volta
Soca minha cara, horas não passam
Dor não se vai, dói de mais
O último elo que tinha guardado
Além das gavetas de roupas no armário
Dói, dói, dói muito em mim
Como pensaria em voltar
Em pelo menos sorrir?
Eu todo errado
Se eu quero, eu vou e faço
E nunca paro
Me dê espaço, não tire
Me dê muito abraço, me inspire
Não vá, por favor fique.
Soca minha cara, horas não passam
Dor não se vai, dói de mais
O último elo que tinha guardado
Além das gavetas de roupas no armário
Dói, dói, dói muito em mim
Como pensaria em voltar
Em pelo menos sorrir?
Eu todo errado
Se eu quero, eu vou e faço
E nunca paro
Me dê espaço, não tire
Me dê muito abraço, me inspire
Não vá, por favor fique.
2 de outubro de 2012
Eu fiz
As coisas acontecem assim
Eu nem queria, tentei fugir
Mas foi ela que veio para cima de mim
Eu não queria fazer de novo
Eu disse para mim e para outros
Eu não vou fazer mais
Mas não deu
Eu fiz
Beleza, se renda, é hora de desistir
Continue assim, sem querer saber nomes
Nem cor, apenas uma curiosidade
O sabor
Esta se superou.
Eu nem queria, tentei fugir
Mas foi ela que veio para cima de mim
Eu não queria fazer de novo
Eu disse para mim e para outros
Eu não vou fazer mais
Mas não deu
Eu fiz
Beleza, se renda, é hora de desistir
Continue assim, sem querer saber nomes
Nem cor, apenas uma curiosidade
O sabor
Esta se superou.
1 de outubro de 2012
Mudar (Part. 10)
Toma a minha mão, me ensine a andar
Se eu fechar os olhos, me deixaria tropeçar?
Me salve, estou prestes a cair e me quebrar
Me leve agora, depois não saberei aonde vou estar
Assim que a noite chegar
Assim que ouça alguém me chamar
Quanto tempo isso vai levar para acabar
Eu não sei, mas vou silenciosamente esperar
Não vou fazer nenhum esforço, tudo vai mudar
E se não me matar, com certeza vai me tornar
Muito mais forte do que os outros podem imaginar
Inferno ou céu, onde você vai parar?
Prefiro não endoidar
Mas insistem a me perguntar
Eu tenho que mudar?
Claro!De repente
Ou de maneira que ninguém possa notar
Deixe eu explicar
eu tive uma noite tensa
Deônios foram me visitar
Fui andar e ver o mar
E na pedras comeceia orar
Aí apareceu um homem
Parecia que queria me matar
Tinha um cachorro
Senti toda a maldade no olhar
E uma ave de rapina
Que veio do céu e queria me atacar
É verdade, lembro o dia, hora e lugar.
Eu estava orando, decidindo se iria me entregar
Eu não queria, mas tudo conspirava pra me arruinar
E conseguiram, me pressionaram, me senti torturado
Um fraco, um pato, um aborto do acaso
Agora não importa
Estou sem nada, sem escudo e sem espada
Apenas um preceito que chamo de mudar
Olhar pro céu e respirar
Sentir o vento tocar meu rosto
Fechar os olhos e ouvir o mar
Vestido de preto e rock a cantar
Sem cuidado pra viver, de arriscar, de ceder
Expirimentar de tudo que me seja lícito fazer
Mas não me impedir de nada, pra mudar
Não me impedi de nada, nem de cortar as asas
De voar, de repente de morrer de viver.
Se eu fechar os olhos, me deixaria tropeçar?
Me salve, estou prestes a cair e me quebrar
Me leve agora, depois não saberei aonde vou estar
Assim que a noite chegar
Assim que ouça alguém me chamar
Quanto tempo isso vai levar para acabar
Eu não sei, mas vou silenciosamente esperar
Não vou fazer nenhum esforço, tudo vai mudar
E se não me matar, com certeza vai me tornar
Muito mais forte do que os outros podem imaginar
Inferno ou céu, onde você vai parar?
Prefiro não endoidar
Mas insistem a me perguntar
Eu tenho que mudar?
Claro!De repente
Ou de maneira que ninguém possa notar
Deixe eu explicar
eu tive uma noite tensa
Deônios foram me visitar
Fui andar e ver o mar
E na pedras comeceia orar
Aí apareceu um homem
Parecia que queria me matar
Tinha um cachorro
Senti toda a maldade no olhar
E uma ave de rapina
Que veio do céu e queria me atacar
É verdade, lembro o dia, hora e lugar.
Eu estava orando, decidindo se iria me entregar
Eu não queria, mas tudo conspirava pra me arruinar
E conseguiram, me pressionaram, me senti torturado
Um fraco, um pato, um aborto do acaso
Agora não importa
Estou sem nada, sem escudo e sem espada
Apenas um preceito que chamo de mudar
Olhar pro céu e respirar
Sentir o vento tocar meu rosto
Fechar os olhos e ouvir o mar
Vestido de preto e rock a cantar
Sem cuidado pra viver, de arriscar, de ceder
Expirimentar de tudo que me seja lícito fazer
Mas não me impedir de nada, pra mudar
Não me impedi de nada, nem de cortar as asas
De voar, de repente de morrer de viver.
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