30 de novembro de 2012

Alguém a levou

Pronto, foi um dia para alegria
Já foi, já acabou
Estava pensando, uma boa forma de fazer terror
Aproveitar que meu sorriso já fechou
Minha alma sombria já voltou
Momento de alegria já acabou
Alguém mal interpretou
Alguém a levou
Eu poderia ficar mais um dia
Com minha repentina ufania
Sabe, a fresta de luz que brilhou
Que passou por toda mágoa e rancor?
Foi mais ou menos isso
Mas já acabou.

29 de novembro de 2012

Eu`gocéntrico

Eu, eu, eu.
Eu e mim, somente eu
Eu assim, eu sentir, eu vivi
Estou triste, olha pra mim
Estou aqui, volte em fim
Eu pensei, eu achei, eu entendi
Somente eu, nada mais além de mim
Eu, assim.
De mim, só pra mim
Chega de mim.
Acabe com isso
Foge daqui
Some daqui
Parte daqui
Tudo eu, só falo de mim
Não me suporto mais
Me tira de mim

28 de novembro de 2012

Assim não dá


Se para chamar a atenção teria que berrar
Vou passar despercebido
De modo que ninguém vai me notar
Porque eu não vou gritar
Eu não vou fazer absolutamente nada
Sem antes planejar
Eu simplesmente preciso parar e pensar
Eu não preciso mudar isso
Todos tem que aceitar isso
Sem cogitar que pode achar por mim
Eu não vou ouvir
Vou agradecer até por se preocupar
Por se importar, mas assim não dá
Eu não sou legal, não é?
Problema!
A não ser que eu queira, vai ser assim.

27 de novembro de 2012

Origem


Eu estava pensando exatamente isso
Deitado no meu quarto
Não me lembro, mas acho que meio surtado
Equivocado, embaralhado
Assustado com todos os fatos
Todos os do meu lado
Pareciam cansados
Fracos, desanimados
O que estava acontecendo
Com todos e comigo
Era o início
O meu Amigo, em mim assustado
Todos tinham razão
A razão da perfeita confusão
Eu sabia muito bem do que se tratava
Cada erro meu e cada lágrima
Não existes erros que não se possa corrigir
Eu pensei, os meus erros eu posso encobrir
Ninguém vai saber
Ninguém vai descobrir
Quem pode me julgar, não acredito tanto assim
Por isso vou lá, sem medo eu vou ir
Fui, voltei, e começou mais ou menos assim

26 de novembro de 2012

Enigmática amargura

Vishe, era para eu estar louco de alegria
Mas mesmo assim, insatisfeito
Mesmo tendo realizado um grande desejo
O que é isso que está habitando em mim
Parece ser uma enigmática amargura
Que nem eu mesmo posso definir
Aff, eu quero sair daqui
Quero que o tempo pare
E sirva completamente para mim
Ou então avance logo
De modo que me tire daqui
Mas estou cansado
Concluí que nada pode me distrair

25 de novembro de 2012

Inverno

Esperava que fosse melhor
O verão, a galera, o sol
Mas estou triste
Sinto dor, dó, me sinto só
Sinto que existe paz
E que existe amor
Mas não pra mim
Não por odiar a flor
Por se desviar
Por deixa-lo escapar
Sinto que posso acabar
Com este inverno
E Até sentir fome por me alegrar
Tudo iria mudar, não iria?
Eu teria uma chance para voltar
Deixaria?
Me soltaria, tiraria esse frio?
Voltaria?

24 de novembro de 2012

Asas

Que bom que ainda tenho asas
Mesmo caído, vivendo de raiva
Assim, sei que posso voar
Quando bem entender
Quiser sair deste lugar
Não está sendo nada fácil
Pensar mais nos outros
Menos nos meus peixes
Nos meus projetos
E nos meus planos secretos
Até nas minhas tristezas
E não ter certeza
Que vou alcançar
Todas as minhas ambições
Os mais altos, o meu lugar
Triste por não poder voar
Estou trabalhando muito
Nunca mais tive tempo pra beijar
E se eu voasse até lá?
E se eu despencar
Por isso raiva
Mas logo vai mudar

23 de novembro de 2012

Não serve mais para mim

Hoje quando acordei
Minha mente me levou a compreender
Algo que aconteceu
Alguém que me desonrou
Pesei duas vezes
Cautelosamente
E... Não serve mais para mim
Não quero mais ver perto ou por aí
Estou inconformado de não digerir
Algo tão visível que aconteceu
Que rolou por aqui
Sério, tô puto! Absurdo

Que raiva! que merda
Dei a xingar, falei todos os palavrões 
Sem me preocupar
O pior de tudo
Mais uma ferida
Que não vou querer tratar
Fecharei minha cara
E nada mais terá!
A não ser que adivinhe
O mal que veio me causar!

22 de novembro de 2012

Mudar (Part. 11)

Tudo isso é apenas o preludio do que há de vim
A mão que me sustentava, não está mais perto de mim
Eu reclamo por não sentir mais o seu amor
E as vezes repenso imaginando a sua dor
E tento fingir que nada é irreal
Mesmo com tudo espiritual, sobrenatural
Que acontece que vem sempre me fazer mal

Mudar, nunca vou cansar de ratificar
Vou falar compulsivamente
Tentar me explicar, me expressar

Eu preciso, eu desejo loucamente
Eu quero mudar, eu sonho em mudar
Eu não quero ser assim.
Você pode me escutar
Pode me ouvir
Pode usar o seu poder
E favorecer a mim
Pode me mudar?
Me ajuda, por que não vem me ajudar?
Pode reorganizar a ordem de tudo que sentir
As minhas feridas, pode afastar daqui
Do meu coração, pode fazer eu enxergar
Andar e voltar a falar, falar pra ti se conseguir?

É complicado, eu não luto mais contra o pecado
Eu vivo sem medo, muito descaso
Pouco animado, entediado, sem paz ao meu lado
Eu olho para tudo, para o mundo
O inferno está em mim
Brotou no meu coração
Por isso não vejo anjos por aqui?

Prelúdio do que há de vim
Paz que desejo, não há por aqui
Ajuda que eu suplico
Não pode me curar e me ouvir
Me muda, muda, MUDA-me.

21 de novembro de 2012

A Chama Apagada


Voltar ou Definhar?
Acho que nunca parei para pensar
Pela primeira vez sinto que isso tem que acabar
Já fiquei longe muito tempo
E nada muda neste lugar
Bem, o ódio as flores
A inocência vai
As roupas sem cores
E a consciência sem paz
O medo, o erro, a solidão
A chama apagada o vazio do coração
Olhos de sangue
De escuridão
Mãos sujas, mas tem nada não
Vã conversão
Repensar, pensar, achar um lugar
Responder se vai querer
Viver ou morrer.

20 de novembro de 2012

Silêncio 4/4

Assim, dando passos leves
Sorrateiros-flutuantes
Impressionante não acertar
Falhar tanto e não esbravejar
Não gritar aos quatro ventos
Desabafar
O mal
E não se perdoar!
O meu ato heroico
Ele não foi visto
O meu silêncio
Remoenndo arrependido
Não há como voltar
E concertar
Deixa tudo para trás
O acordo, o homem e os animais
O tempo me faz
Me calar
Vou me deitar
Fechar os olhos e me silenciar.

19 de novembro de 2012

Silêncio 3/4

Grita alto, berra, diz, me faz te ouvir
Faz barulho, me sacode
Puxa minha mão e me leva daqui
Ou simplesmente sussurra no meu ouvido
Liga, diz que sente falta de mim
Chora de preocupação
Se importe, não irei mais te trair
Fica comigo, se deite aqui
Fica do meu dado
Olha pra mim
Grita, não se cale assim

18 de novembro de 2012

Silêncio 2/4

Sempre vou, porém, aqui estou
Capaz de fazer o que eu bem entender
Sem querer ou só por que
Desperta desejo do mero aprender
E onde está a voz que mais gostava de Ouvir
Que pode me guiar e pode me tirar daqui
Eu não escuto mais
Ou nem tem se dirigido a mim
Por isso também eu sinto medo
E se este silêncio for até o fim?

17 de novembro de 2012

Silêncio 1/4

Para toda agonia da minha alma
E a raiva que toma até negar louvor
Pelo rancor de tudo que existe
Do que me refez e me moldou
A sombra que me persegue
E me segue aonde quer que estou
Onde vou não há paz
Há medo e horror
O silêncio que me sobra
O tom certo que entoou

16 de novembro de 2012

Reencontrar

Não importa o tempo ou espaço
Isso é certo, nós vamos nos reencontrar
Nos resgatar no que nos distanciamos
Não você  de mim, ou eu de você
Mas um do outro
Vamos nos abraçar
Recomeçar, voltar ao princípio
Ao início, onde eu sabia viver e amar
Vamos lá, vamos tentar
Sem Tate ou amizade que possa atrapalhar
Quando e em que lugar?
Se for só em mim, pra mim
De cá pra aqui
Irias querer assim?
seria bom e levaria até o fim?
Sem alarmar ou eu ter que anunciar
Que estou de volta e você no Seu lugar
Lugar que saíra pois eu não deixei ficar.
Podemos tentar?

15 de novembro de 2012

E o ódio leva a paz

A minha cansativa e perturbadora busca pela paz
O mundo pra mim é escuro e não tem nada de mais
A minha busca obscura pela paz
Minha busca do descanso e da mudança, busca da paz
Eu quero, eu preciso descansar
As vezes até penso que é só umas férias
As vezes é obvio não acreditar
O que está em meus ombros pesa pra caralho
Eu não suporto mais
Sabe as luzes vermelhas e azuis, rodando, causa terror
E eu preciso me sentir em paz
Eu volto atrás, tudo se refaz, as luzes me distrai
Meu olhar pisca mais, os meus dedos se contrai
As palavras nunca sai e o ódio leva a paz.

14 de novembro de 2012

Demônios

Eu era melhor nisso
Agora me sinto correndo perigo
A velha com cara de raiva
Tremendo os dentes, falando comigo?
A serpente dos meus sonhos
Rasteja tão veloz e sempre passa em minha frente
Parece que me defende
Mas antes do sonho acabar sempre ela me prende
A voz que parece ser de um amigo
Parece que parte da minha mente
Chama alto, de grito, assusta e de repente
E aparentemente nada foi, só minha mente
Mas quem me entende?
Ah e se eu falar que tem um cara lá
Em um lugar que só quer andar com um porrete
sujo, imundo, fedorento, magro e preso na parede
De onde eles vem eu não sei
Mas olham pra mim e as vezes rir
E as vezes parece ser de mim
Mas não estou nem aí
Não tenho medo, não deles
Mas bem que poderiam, sair, sei lá, sumir.

13 de novembro de 2012

Querer

Todos querem correr sem tropeçar e vencer
Sem errar, demasiadamente aprender
Ter toda sorte que o ares possa oferecer
Ter todas as bênçãos que os olhos possam querer
Ter o mundo nas mãos, sem deixar nem perder a razão
Eu também quero
E, olha, eu sei de uma coisa
O que eu quero, insistentemente eu posso ter
Do carro Uno verde, até o sol e o seu poder
Eu tenho todo esse querer, eu posso ter!
Eu posso vencer se eu querer
Sair de baixo desde cobertor e olhar para tudo
Tudo que o mundo tende a esconder
Para ninguém perceber
Que basta ter o querer.

EI!


EI!
Alguém pode me dizer o próximo passo
Para seguir e para viver
Para ir e tentar vencer
Para não desejar retroceder
Conquistar a todo novo amanhecer
Poderiam me dizer?
Ao menos escrever
Falar indiretamente
Como dizem por RT
Pode ser? 
Podem dizer se ao menos saber
Eu prometo não me importar 
Se machucar e doer
Não deixe para depois, podes esquecer
Preciso tanto disso e não sei o que fazer
Alguém pode me dizer?

12 de novembro de 2012

Um toque


O que foi isso?
Eu estava na chuva
O vento forte
E o silêncio da vida
Sem sorte, ainda sim de cabeça erguida
Não de mãos estendidas
Nem mente agradecida
De repente um toque
Não sei se em minhas mãos
Ou em meu duro coração
Mas foi bom, tudo acalmou
Acho que a minha raiva...
A raiva, acho que passou

11 de novembro de 2012

Odeio flores


Eu, escutando rock
De luto diria
E havia apenas 3 dias
A visão, agonia
Eram apenas flores brancas
Flores gordas
Flores fedorentas
E a morte chegou
Me assustei, estava caminhando
Mas não foi eu que tropecei
Muitas e muitas flores em mim
Senti vontade de cuspir
Queria tomar um banho
Precisava sair dali
Por isso ódio as flores
Eu odeio, de todos os aromas
De todas as cores.

10 de novembro de 2012

Alguém que não fosse eu

E se eu desejasse algo veementemente
Com muita força de vontade
Eloquentemente
E se eu lutar para ter
E ter a alegria de conquistar
Conquistando, incontrolavelmente festejar
Estava pensando e...
Não sei bem quantos estaria lá
Para compartilhar da minha alegria
Não sei se alguém iria se alegrar
Eu nem sei quem iria estar
No momento de desespero
Na hora que chorar
Faço ideia que é mais fácil se alegrar
Até prefiro, às vezes eu duvido
Mas além dos que estou ciente
Será que a minha conquista
O que eu queria seria capaz de alegrar
Alguém que não fosse eu
Estava pensando e acho que vou experimentar.

9 de novembro de 2012

Corpos


Acho que gosto deste contato
Tão próximos, colado
Gritos altos e abafados
Respiração quente, mexe, geme
Sente-se envolvente
Corpos grudados, suados, pelados
Boca, peito, deitado e excitado
Calor, curvas e olhos fechados
Pensamentos antecipados
Quase lidos ou adivinhados
Sentados, de pé, deitados
É, eu gosto deste contato.

8 de novembro de 2012

Onde me perdi


Vai dar tudo certo
Vou acreditar
Estava pensando em me restaurar
Fazer uma busca por aí
Me encontrar por onde me perdir
Cada peço quebrado colecionar
Lavar lá onde Deus mora
E deixar ele emendar
Não sei se ia dar certo
Mas eu sei o quanto Ele é bom nisso
Mas sinceramente não queria ir só
Mas não dá pra pedir para alguém vim comigo
É arriscado, não vou botar um amigo em perigo
Mas se eu estiver certo 
E se tudo ocorrer bem
Talvez seja o melhor
É acho que vou sim sair por aí
Correr atrás de mim
Ir em todos os lugares onde estive
Me procurar onde me perdi

7 de novembro de 2012

Tende a piorar

Mas é claro que estou com medo
Cada dia que passa fico mais assustado
As vezes catatônio e também paralizado
Medo de arriscar e dar tudo errado

Relaxe, você já pensou um bucado
Se der errado... PACIÊNCIA
Você tentou!

É, mas não posso mais tentar
Meu tempo é bem pouco
Não posso me dar o luxo de errar

Olha, você está ansioso
Não tem dormido e vomitado o que tem comido
Fica com isso só para você
Fala só só, porque acha que não vão te compreender

Isso não é verdade!
Tudo bem que estou cansado
Emagreci devido ao meu estado
Mas é que estou preocupado
Eu tenho jogado, apostando a sorte
Beijando a morte, sonhando acordado
Vivendo calado, obceno e dramático
Loucamente, varrido, sensível
Não tenho saído, na verdade mesmo
Não tenho me divertido
Ainda que sorrindo.

Bem, podemos parar?
Todas as vezes que nos falamos
Você tende a piorar
Então, relaxe mesmo, se não você vai pirar.

6 de novembro de 2012

Eu não sou feliz


Por um repentino momento de ufania
Dá até vontade de viver

Assim como quem está vivo
E tem medo de morrer
O pânico que vem é de não saber
Se vai ser bom ou se vai valer

Tentar jurar solenemente 
Que vou fazer algo de bom
E em seguida me contradizer
Eu não vou fazer
E nem vou dizer 
Não que sou feliz
Ou que gosto de viver

Eu não sou feliz
Eu não gosto de viver
Não que tenho o que reclamar
A vida é bela 
E outro gostaria de estar no meu lugar

Eu vejo o mar e tento me esquecer
Um pouco de leitura me leva a espairecer
O medo, o escuro, o obscuro
A alma atormentada, a frase cortada
A arte calada a mente engessada
A agonia estampada, a opressão saboreada
E o tempo, o trato, o pacto

Mas quero ressaltar
Não foi algo que aconteceu
Muito menos que eu fiz
Mas eu não sou feliz

5 de novembro de 2012

O trato com o Tempo


Comecei a parar para pensar
Que agora é a minha vez
A parte do trato que a gente fez
Minha parte é de quando o tempo acabar
Quando eu sentisse que não há mais lugar
De Voltar, sem pensar ou te questionar
Temos a data certa e o lugar onde devo estar
O que tenho que fazer e quem pode me ajudar
Mas que droga!
O tempo está passando
Não tem como não pensar em se afogar
Um acidente talvez, caí sem olhar por onde andar
Droga! não tem como evitar
Vou ter que fazer minha parte, vou ter que voltar.

4 de novembro de 2012

Bem vindo ao meu fracasso

Eu não tenho tudo o que eu quero
Muito menos tudo que eu preciso
Eu não me acho o melhor nem de longe
comparado aos que estão perto
Nem o mais bonito
Comparado aos meus amigos
Sou um cara um pouco sensível
As vezes alegre, confuso, acho que triste
Não sei se vivo ou apenas existo
Nada de muito valioso
Um pouco orgulhoso
Mas de humilde a
Desesperado, cansado, entediado
Muito dedicado a derrubar os obstáculos
Paralisado por um golpe baixo
Bem vindo ao meu fracasso

3 de novembro de 2012

Dilema

É como se eu não soubesse patinar
Deslizar livremente sentindo o ar passar
Todos os dias tenho ido, parando e voltando
Como se estivesse numa areia onde não há mar
Um caminho incerto que ao pisar pode até afundar
Isso me faz lembrar, do cão, a ave, o homem e eu lá
Mas não quero me lembrar, não quero cumprir o acordo
Muito menos revogar. Me sinto enjoado preciso regogitar
Só um pouco de ar... Não quero, não devo e nem vou pensar

2 de novembro de 2012

Distorção

Não foi de repente
Mas sutil e lentamente
Quase estagnada, paralítica, sorrateira
Mente sempre quente
Tudo pira, tudo sempre
Sim, a mente era para libertar
Mas tem medo, receios e muita mágoa lá
Tudo vai acabar
Ou eu morro, ou eu nasço de novo
Ou isso nunca vai parar
Está tudo distorcido
Tudo fora do lugar

1 de novembro de 2012

De pé

A vida é assim mesmo
Um dia a gente está meio caído
No outro animado, quem sabe
Mas nunca completamente de pé
Ou totalmente destruído
Dói cometer um pecado eu sei
Pior é ter ofendido
Não reconhecer
Não se arrepender
Não tentar um novo início
Por isso, nunca de pé completamente
Muito menos totalmente caído.
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