Eu gasto muita parte dos meus pensamentos
Tentando encontrar os melhores argumentos
Para explicar todos os desentendimentos
Eu penso como seria se eu voltar
E chego a mais sincera opinião
De que não existe mais lugar
Foge-me do que posso imaginar
Evito relutar, mas não consigo
Não tem possibilidades de retornar
Será que tenho que ser limpo ou tenho que ser santo
Ou tenho que ser o mais puro
E o mais perfeito para Te tocar?
Se estou vivo, se me torno um puto
Se construo vários muros
E se tento me isolar
Em meio aos pensamentos, argumentos e desentendimentos
Um quarto escuro é um bom lugar para se estar.
30 de junho de 2012
29 de junho de 2012
O peso
Tem momentos que a consciência não aguenta
Os fatos dói demais se pensar e traz a insônia
Tira a paz que é tão pouca, tão frígida, tão momentânea
Acervo de peso
Um tumor não faz sentido, é mais preocupante
O som que as vozes fazem, são irritantes
Acariciar o corpo de alguém também é excitante
Também é fascinaste dizer depois de pensar
E acertar e conseguir conquistar, mais alguém
Mais um, mais peso para carregar
Mais vozes para perturbar
Não sei quando isso vai acabar
Eu deixei a inocência, eu tirei de mim para ir
E vou continuar, um peso que não sei como deixar
Eu vou levar eu vou aguentar.
Os fatos dói demais se pensar e traz a insônia
Tira a paz que é tão pouca, tão frígida, tão momentânea
Acervo de peso
Um tumor não faz sentido, é mais preocupante
O som que as vozes fazem, são irritantes
Acariciar o corpo de alguém também é excitante
Também é fascinaste dizer depois de pensar
E acertar e conseguir conquistar, mais alguém
Mais um, mais peso para carregar
Mais vozes para perturbar
Não sei quando isso vai acabar
Eu deixei a inocência, eu tirei de mim para ir
E vou continuar, um peso que não sei como deixar
Eu vou levar eu vou aguentar.
28 de junho de 2012
Quando eu retornar
Ninguém precisa saber
Espero que... que seja da maneira mais sutil
Da forma mais discreta
Assim, os anjos não precisam fazer festa
Quando eu retornar
O Céu não precisa festejar
Isso... ninguém precisa comemorar
Eu tentei me aproximar
Eu planejei, fazer um traço
Correr no risco o não errar
Riscar vários erros que não consegui apagar
Tentei voltar, no dia que conseguir me humilhar
Orar, abrir meu coração, me confessar
Mas não pude me reconciliar
Pensei em tantas coisas que me prendem de voltar
Mas eu me imaginei lá
E por isso comecei a cogitar
Que quando eu retornar
Não precisa ser da maneira clássica
Com festa no céu, na terra e todos a comemorar.
Espero que... que seja da maneira mais sutil
Da forma mais discreta
Assim, os anjos não precisam fazer festa
Quando eu retornar
O Céu não precisa festejar
Isso... ninguém precisa comemorar
Eu tentei me aproximar
Eu planejei, fazer um traço
Correr no risco o não errar
Riscar vários erros que não consegui apagar
Tentei voltar, no dia que conseguir me humilhar
Orar, abrir meu coração, me confessar
Mas não pude me reconciliar
Pensei em tantas coisas que me prendem de voltar
Mas eu me imaginei lá
E por isso comecei a cogitar
Que quando eu retornar
Não precisa ser da maneira clássica
Com festa no céu, na terra e todos a comemorar.
21 de junho de 2012
Antídoto
Na verdade não estou tentando nada
Só estou me permitindo algumas coisas sem exceder
Mesmo assim dizem não me reconhecer
Parei de buscar o que mais queria encontrar
Acabou de verdade, não vou mais me apaixonar
Eu encontrei o antídoto
Mas a ferida parece ainda está aberta
Isso não tem cura
Meus sonhos não tem pressa
Minhas vontades eu sacio onde menos se espera
Um gelo não refresca, no coração há frio e pedras
Eu não furei a orelha para impressionar
Nem cantei a música que fiz para a dor passar
Não bebi o álcool para provar que posso fazer
Se não, não teria bebido vinho escondido
Tem mais coisas que ninguém pode saber
Isso dói, principalmente olhar e não me ver
Querer falar e nunca me dizer
Eu não vou vencer
Eu sei, eu vou continuar a morrer
Ninguém vai perceber.
Só estou me permitindo algumas coisas sem exceder
Mesmo assim dizem não me reconhecer
Parei de buscar o que mais queria encontrar
Acabou de verdade, não vou mais me apaixonar
Eu encontrei o antídoto
Mas a ferida parece ainda está aberta
Isso não tem cura
Meus sonhos não tem pressa
Minhas vontades eu sacio onde menos se espera
Um gelo não refresca, no coração há frio e pedras
Eu não furei a orelha para impressionar
Nem cantei a música que fiz para a dor passar
Não bebi o álcool para provar que posso fazer
Se não, não teria bebido vinho escondido
Tem mais coisas que ninguém pode saber
Isso dói, principalmente olhar e não me ver
Querer falar e nunca me dizer
Eu não vou vencer
Eu sei, eu vou continuar a morrer
Ninguém vai perceber.
20 de junho de 2012
Essencial
Essencial que eu me entregue totalmente
As águas passa, o vento e tudo muda
E a vontade de chorar ainda pode voltar
Trazendo desânimo e aflição
A tristeza e o coração apertado
Apertadoooooooo
Ja faz tanto tempo que eu estou aqui
Oh Deus não desisto pois te sinto em mim
E faço menção de chamar o Teu nome
Não me esqueço de Ti
Não esqueço da minha aliança contigo
De não desistir
Não vou dessistir
Pois o Teu amor e Tua paz
Teu Perdão e Tua presença é
Essencial, essencial para mim
As águas passa, o vento e tudo muda
E a vontade de chorar ainda pode voltar
Trazendo desânimo e aflição
A tristeza e o coração apertado
Apertadoooooooo
Ja faz tanto tempo que eu estou aqui
Oh Deus não desisto pois te sinto em mim
E faço menção de chamar o Teu nome
Não me esqueço de Ti
Não esqueço da minha aliança contigo
De não desistir
Não vou dessistir
Pois o Teu amor e Tua paz
Teu Perdão e Tua presença é
Essencial, essencial para mim
15 de junho de 2012
Iconoclasta?
Insensível?
Diria melhor, imprevisível
Eu não sei falar de amor
De paixão, de todos os sentimentos bons do coração
Ou apenas esqueci, não sinta pena me mim
Estou bem, a raiva não passou mas estou aqui
Eu vi alguém me cuspir, me deu um murro no peito
Me pressionou para eu não fugir
Me agrediu e compaixão foi o que senti
Isso aconteceu mesmo, foi no tempo mais ruim
O mar estava ali, onde ainda estar
Não me ajudaram, e pedi tanto para orar
Por mim! Por mim! Orem por mim!
Acho que falei muito baixo
Iconoclasta?
Eu tento não pensar, eu tento te esperar
Eu tento sentir vontade de querer voltar
Eu olho para o mundo e ainda ouço sua voz me soar
Eu não quero te rebaixar
O que disseram, meu Deus?
O que fizeram, meu Pai?
Devolva-me
Diria melhor, imprevisível
Eu não sei falar de amor
De paixão, de todos os sentimentos bons do coração
Ou apenas esqueci, não sinta pena me mim
Estou bem, a raiva não passou mas estou aqui
Eu vi alguém me cuspir, me deu um murro no peito
Me pressionou para eu não fugir
Me agrediu e compaixão foi o que senti
Isso aconteceu mesmo, foi no tempo mais ruim
O mar estava ali, onde ainda estar
Não me ajudaram, e pedi tanto para orar
Por mim! Por mim! Orem por mim!
Acho que falei muito baixo
Iconoclasta?
Eu tento não pensar, eu tento te esperar
Eu tento sentir vontade de querer voltar
Eu olho para o mundo e ainda ouço sua voz me soar
Eu não quero te rebaixar
O que disseram, meu Deus?
O que fizeram, meu Pai?
Devolva-me
14 de junho de 2012
Livrai-me
Das caras santas de paz,
que me encontram por ai
Dos que transpiram alegria,
sorriso estampado, felicidade, ufania
Da cena deplorável de ternura ou amor
Livrai-me deste amor
Livrai-me do medo de ser sempre o que eu sou
Livrai-me de saber um pouco mais de quem já não me faz mais sentido pensar
Livrai-me das pessoas que me incitam a refletir e tentar
Livrai-me da as asas brancas uniformes
A qual não me deixa voar e chegar aonde quero chegar
Abençoa-me assim, e me veste de uma asa negra
Grande, forte que me leve aonde quer que eu queira
Também as canções que anjos venham cantar, me faça escutar
Livrai-me de toda vontade de pecar
De usar o meu corpo como outros fazem e gostam de se sujar
Mas sim, livrai-me do mundo pois eu não sou deste lugar
Me leva, me leva, me escuta, socorro, vem me libertar
Livrai-me.
que me encontram por ai
Dos que transpiram alegria,
sorriso estampado, felicidade, ufania
Da cena deplorável de ternura ou amor
Livrai-me deste amor
Livrai-me do medo de ser sempre o que eu sou
Livrai-me de saber um pouco mais de quem já não me faz mais sentido pensar
Livrai-me das pessoas que me incitam a refletir e tentar
Livrai-me da as asas brancas uniformes
A qual não me deixa voar e chegar aonde quero chegar
Abençoa-me assim, e me veste de uma asa negra
Grande, forte que me leve aonde quer que eu queira
Também as canções que anjos venham cantar, me faça escutar
Livrai-me de toda vontade de pecar
De usar o meu corpo como outros fazem e gostam de se sujar
Mas sim, livrai-me do mundo pois eu não sou deste lugar
Me leva, me leva, me escuta, socorro, vem me libertar
Livrai-me.
13 de junho de 2012
Revelação #3 - Raiva
Várias lembranças contidas
Espremidas, espalhadas, escondidas
Acho até que explosivas
Um dia expludo junto
E levo tudo, levo o mundo comigo
Levo sem dúvida meu inimigo querido
Aquele anjo, um velho escolhido
A raiva me tomou
Acabou com tudo que há em mim
Alma, mente e até no espírito
Nada que não esteja infectado
Até meu coração vive assim
Raiva, se caso disser do que
Ninguém iria me reconhecer
E, eu já vi isso antes
Vou ter que chorar muito para isso passar
Ou simplesmente eu venha a estourar
Feito uma bola de ar
Não suportava mais
Mas sopraram-lhe um pouco de ar.
Espremidas, espalhadas, escondidas
Acho até que explosivas
Um dia expludo junto
E levo tudo, levo o mundo comigo
Levo sem dúvida meu inimigo querido
Aquele anjo, um velho escolhido
A raiva me tomou
Acabou com tudo que há em mim
Alma, mente e até no espírito
Nada que não esteja infectado
Até meu coração vive assim
Raiva, se caso disser do que
Ninguém iria me reconhecer
E, eu já vi isso antes
Vou ter que chorar muito para isso passar
Ou simplesmente eu venha a estourar
Feito uma bola de ar
Não suportava mais
Mas sopraram-lhe um pouco de ar.
12 de junho de 2012
Revelação #2 - Rejeição
Senhor, eu não consigo olhar nos Teus olhos
Eu sinto medo, e todo e único medo é este
Me distanciei da Casa e da Presença Dele
Nele estava bem
E com Ele era sem igual, prazer de viver
Sabia que ia vencer todo dia, os dias todos
Que mergulharia, tocaria e voltaria para pegar fôlego
Deus sabe porque me afastei
Mas não te rejeitei, não por querer
Foi sem saber que iria tão longe
Se bem que queria até fugir e tocar no horizonte
Ou em qualquer monte, ou em qualquer fonte
Senhor, tive que me afastar
Não suportava mais estar
E nada ao meu redor mudar
Era para eu mudar?
Não! Era para eles mudar!
Tirei mesmo as coisas do lugar
Eu desejei contrariar, não esperava afundar
Por mim tudo pode desabar
Eu vou tentar não me importar
Mas vou voltar
Um dia, quando...
Você sabe, a hora já vai chegar.
Eu sinto medo, e todo e único medo é este
Me distanciei da Casa e da Presença Dele
Nele estava bem
E com Ele era sem igual, prazer de viver
Sabia que ia vencer todo dia, os dias todos
Que mergulharia, tocaria e voltaria para pegar fôlego
Deus sabe porque me afastei
Mas não te rejeitei, não por querer
Foi sem saber que iria tão longe
Se bem que queria até fugir e tocar no horizonte
Ou em qualquer monte, ou em qualquer fonte
Senhor, tive que me afastar
Não suportava mais estar
E nada ao meu redor mudar
Era para eu mudar?
Não! Era para eles mudar!
Tirei mesmo as coisas do lugar
Eu desejei contrariar, não esperava afundar
Por mim tudo pode desabar
Eu vou tentar não me importar
Mas vou voltar
Um dia, quando...
Você sabe, a hora já vai chegar.
11 de junho de 2012
Revelação #1 - Morte
Ela me adornou, me preparou, me explicou
Ela se inspirou e simplesmente falou
Eu iria conhecer a morte
Mas ela me revelou
Você precisa antes conhecer a vida
Me abalou e me inquietou
No mais, continuo
Falou, falou, falou
Me perturbou
Uma lágrima no olhar
Em saber, que todos esperam viver
Eu não sabia
Esperava ansiosamente morrer
Mas como poderia inverter as coisas assim?
Não era uma decisão que incumbia só a mim
Como não desejar morrer?
Como simplesmente gostar de viver?
Depois que ela acabou
Muito simpático, ele me mostrou
A morte
Todos desejam viver
Mas ela disse que depois não tem mais nada para acontecer
Isso não acreditei, ela estava inspirada, eu sei
Assim como não me reciclei
Nem todos esperam viver
Ela se inspirou e simplesmente falou
Eu iria conhecer a morte
Mas ela me revelou
Você precisa antes conhecer a vida
Me abalou e me inquietou
No mais, continuo
Falou, falou, falou
Me perturbou
Uma lágrima no olhar
Em saber, que todos esperam viver
Eu não sabia
Esperava ansiosamente morrer
Mas como poderia inverter as coisas assim?
Não era uma decisão que incumbia só a mim
Como não desejar morrer?
Como simplesmente gostar de viver?
Depois que ela acabou
Muito simpático, ele me mostrou
A morte
Todos desejam viver
Mas ela disse que depois não tem mais nada para acontecer
Isso não acreditei, ela estava inspirada, eu sei
Assim como não me reciclei
Nem todos esperam viver
10 de junho de 2012
Mudar Part. 6
A vida é assim
Não podemos negar a responsabilidade que carregamos
O dever de auto se avaliar
Nunca se contentar consigo e com nada
A responsabilidade de mudar
Quer fazer, faça!
Não pense
ou pense duas vezes sem
muito demorar
Por que planejar tanto para ir e falhar?
Se quer fazer, faça!
Sempre alguma coisa vai se mover
Vai sair de seu lugar
Tudo estar se reposicionando
Então que seja você que venha mudar
Eu entreguei minha vida
A Ti, somente a Ti eu quis dar
Dei também, meu olhos, boca, mãos
Te dei a minha alma e o meu coração
Tu me deu de bom grado a arte santa de pensar
Pensar odiando o mau
E eu só quis continuar
Te entreguei o meu sangue
Mas Tu não pode aceitar
Me deixou sem graça
Perdi as palavras e parei de orar
Por que não pôde aceitar?
Quando começar, proteja seus olhos
Guarde-os perfeitamente bem
Pode ser o ponto fraco para revelar a alma
Prepare-se para tudo o que venham a falar
Se possível invente algo absurdo para impressionar
Mude a ordem, mude de lugar, assim como roupas pretas
Aprenda como se isolar, o bolo na garganta e a vontade de gritar
Deixe o medo pra lá, mude tudo o que puder
Refaça, relembre e não deixe te dominar
Não pense, mude tudo de lugar
É a responsabilidade que temos que carregar
Não podemos negar a responsabilidade que carregamos
O dever de auto se avaliar
Nunca se contentar consigo e com nada
A responsabilidade de mudar
Quer fazer, faça!
Não pense
ou pense duas vezes sem
muito demorar
Por que planejar tanto para ir e falhar?
Se quer fazer, faça!
Sempre alguma coisa vai se mover
Vai sair de seu lugar
Tudo estar se reposicionando
Então que seja você que venha mudar
Eu entreguei minha vida
A Ti, somente a Ti eu quis dar
Dei também, meu olhos, boca, mãos
Te dei a minha alma e o meu coração
Tu me deu de bom grado a arte santa de pensar
Pensar odiando o mau
E eu só quis continuar
Te entreguei o meu sangue
Mas Tu não pode aceitar
Me deixou sem graça
Perdi as palavras e parei de orar
Por que não pôde aceitar?
Quando começar, proteja seus olhos
Guarde-os perfeitamente bem
Pode ser o ponto fraco para revelar a alma
Prepare-se para tudo o que venham a falar
Se possível invente algo absurdo para impressionar
Mude a ordem, mude de lugar, assim como roupas pretas
Aprenda como se isolar, o bolo na garganta e a vontade de gritar
Deixe o medo pra lá, mude tudo o que puder
Refaça, relembre e não deixe te dominar
Não pense, mude tudo de lugar
É a responsabilidade que temos que carregar
8 de junho de 2012
Meu Conto de Horror - 05 O Monstro do Mar
Com meus sapatos nos meus pés
A coroa no seu devido lugar
No meu coração, o lugar mais sombrio que há
Sem muitas chances para pensar
Se correr muito e me jogar
No barco que balança muito ao vento
Mas que me protege do Monstro do Mar
Que não me deixa escutar
Sua voz suave, persuasiva ao falar
Eu sei, eu vou chegar lá
As vezes penso que eu e ele estamos ligados
Pois ele fica forte, todas as vezes que estou fraco
E se caio, se alimenta do meu percalço
Se paro, manipula tudo o que acontece
Fico perdido, só minha coroa e nem meu calçado
Talvez ele tenha levado
Talvez ele tenha me parado
Bem, eu tenho um segredo guardado
Um nome que a muito tempo é nos ensinado
Um socorro mais que necessário
Um abrigo para os fortes e os fracos
Um segredo, que pode mudar toda a história
A minha e a de quem precisar
Eu ouvi isso em algum lugar
Também que na Guerra vale assobiar
Pode-se até desmontar o corpo de tanto dançar
Tudo para manter-se o mais longe possível
Do terrível Monstro do Mar
Manter os pés calçados
E a coroa ao Rei entregar
Fim
A coroa no seu devido lugar
No meu coração, o lugar mais sombrio que há
Sem muitas chances para pensar
Se correr muito e me jogar
No barco que balança muito ao vento
Mas que me protege do Monstro do Mar
Que não me deixa escutar
Sua voz suave, persuasiva ao falar
Eu sei, eu vou chegar lá
As vezes penso que eu e ele estamos ligados
Pois ele fica forte, todas as vezes que estou fraco
E se caio, se alimenta do meu percalço
Se paro, manipula tudo o que acontece
Fico perdido, só minha coroa e nem meu calçado
Talvez ele tenha levado
Talvez ele tenha me parado
Bem, eu tenho um segredo guardado
Um nome que a muito tempo é nos ensinado
Um socorro mais que necessário
Um abrigo para os fortes e os fracos
Um segredo, que pode mudar toda a história
A minha e a de quem precisar
Eu ouvi isso em algum lugar
Também que na Guerra vale assobiar
Pode-se até desmontar o corpo de tanto dançar
Tudo para manter-se o mais longe possível
Do terrível Monstro do Mar
Manter os pés calçados
E a coroa ao Rei entregar
Fim
7 de junho de 2012
Meu Conto de Horror - 04 O barco
E os zumbis, parecem me devorar
Monstros de toda mitologia
Apenas com os olhos
Estão a me matar
Estou morrendo
Mas não posso
Tenho uma coroa para entregar
Um lugar especial
Onde se pode até descansar
Tirar a lama dos pés e se lavar
Uma nova veste
O meu sapato aonde está?
Preciso correr mais rápido que o coelho
Mesmo com fome não vou experimentar
Todos estes venenos
Minha coroa eu vou conseguir levar
Por isso não falo como um morto
Um zumbi que tenta te levar
Um pedaço seu
Ou um fantasma a te assombrar
Vamos correr desesperados
Entremos no barco o vento forte nunca vai parar
Nem todos partilham do mesmo prato
Isso é normal, não se pode mudar
O Monstro do Mar pode aparecer
Mas estamos seguros
Não vamos afundar
Entre no barco
Este não pode falhar
Este salva sua vida
Te leva para o lugar
Onde se tem descanso
Onde poderei entregar
A minha coroa
O lugar mais distante do Monstro do Mar
Monstros de toda mitologia
Apenas com os olhos
Estão a me matar
Estou morrendo
Mas não posso
Tenho uma coroa para entregar
Um lugar especial
Onde se pode até descansar
Tirar a lama dos pés e se lavar
Uma nova veste
O meu sapato aonde está?
Preciso correr mais rápido que o coelho
Mesmo com fome não vou experimentar
Todos estes venenos
Minha coroa eu vou conseguir levar
Por isso não falo como um morto
Um zumbi que tenta te levar
Um pedaço seu
Ou um fantasma a te assombrar
Vamos correr desesperados
Entremos no barco o vento forte nunca vai parar
Nem todos partilham do mesmo prato
Isso é normal, não se pode mudar
O Monstro do Mar pode aparecer
Mas estamos seguros
Não vamos afundar
Entre no barco
Este não pode falhar
Este salva sua vida
Te leva para o lugar
Onde se tem descanso
Onde poderei entregar
A minha coroa
O lugar mais distante do Monstro do Mar
6 de junho de 2012
Meu Conto de Horror - 03 Lugar seguro
Vestes muito sujas
Pés na lama e ninguém para lavar
Veja, olhe para todos os lados
Ninguém vai te ajudar
O Maior socorro vem do Céu
As vezes parece que demora para chegar
Mas não, vem no tempo certo
Antes de você ser mordido
Por zumbis ou pelo Monstros do Mar.
Ouvir falar que tem um lugar seguro
Um lugar que se pode até descansar
Mas é preciso trabalhar muito
É preciso de força para se dar
Muitos desistem no meio do caminho
Outros preferem nem se aproximar
Eu estou em um conhecido barco
Aquele que o vento costuma balançar
Eu quero de volta meus sapatos
Mas estive com tanta gente
E não sei com quem pode estar
Por isso parei, fiquei no mesmo lugar
E me leva quem se aproximar
Aqui passa raiva, passa o ódio
Espanta o que for bom e o que há
O que tem de ruim pode se achegar
Não fique por muito tempo
Olhos abertos a esperar
Uma mão, um socorro
Não posso me afogar
Pés na lama e ninguém para lavar
Veja, olhe para todos os lados
Ninguém vai te ajudar
O Maior socorro vem do Céu
As vezes parece que demora para chegar
Mas não, vem no tempo certo
Antes de você ser mordido
Por zumbis ou pelo Monstros do Mar.
Ouvir falar que tem um lugar seguro
Um lugar que se pode até descansar
Mas é preciso trabalhar muito
É preciso de força para se dar
Muitos desistem no meio do caminho
Outros preferem nem se aproximar
Eu estou em um conhecido barco
Aquele que o vento costuma balançar
Eu quero de volta meus sapatos
Mas estive com tanta gente
E não sei com quem pode estar
Por isso parei, fiquei no mesmo lugar
E me leva quem se aproximar
Aqui passa raiva, passa o ódio
Espanta o que for bom e o que há
O que tem de ruim pode se achegar
Não fique por muito tempo
Olhos abertos a esperar
Uma mão, um socorro
Não posso me afogar
5 de junho de 2012
Meu Conto de Horror - 02 O segredo
Sugam a paz
Manipulam como deve acontecer
Querem sua alma
Entregue, vai ser melhor para você
Todos estão confusos e perturbados
Em níveis diferentes
Parecem até repartir do mesmo prato
Mas eu sempre vi muito claro
Não estão!
Me dê de volta meus sapatos
Algo confortável para andar
A estrada é obscura, fantasmas para assombrar
Coelhos apressados, cobras e o Monstros do Mar
Para levar a coroa de volta
Por onde terei que passar?
Um segredo poderoso levo comigo
Uma arma que pode mudar
Todo rumo da história
Da minha e de quem precisar
Manipulam como deve acontecer
Querem sua alma
Entregue, vai ser melhor para você
Todos estão confusos e perturbados
Em níveis diferentes
Parecem até repartir do mesmo prato
Mas eu sempre vi muito claro
Não estão!
Me dê de volta meus sapatos
Algo confortável para andar
A estrada é obscura, fantasmas para assombrar
Coelhos apressados, cobras e o Monstros do Mar
Para levar a coroa de volta
Por onde terei que passar?
Um segredo poderoso levo comigo
Uma arma que pode mudar
Todo rumo da história
Da minha e de quem precisar
4 de junho de 2012
Meu Conto de Horror - 01 A coroa
Se eu não abrir o meu coração
Não é por falta de confiança
Eu só não quero dizer
Ou talvez possa até ser
Continuemos a correr assustados
Existem zumbis por todos os lados
Eles olham para você e desejam levar um pedaço
Espíritos tentam convencer o tempo todo
Que a solução é desaparecer
Sendo claro, é morrer
Não entregarei a minha coroa
Meu maior tesouro estar guardado
Trancado a sete chaves
No lugar mais sombrio que eu possa ter
No meu coração
Reflexos e aparição
Medo e assombração
E uma coroa, intacta para manter
E me dão venenos, mas eu não vou beber
Vou levar a minha coroa, só não sei como fazer
Não é por falta de confiança
Eu só não quero dizer
Ou talvez possa até ser
Continuemos a correr assustados
Existem zumbis por todos os lados
Eles olham para você e desejam levar um pedaço
Espíritos tentam convencer o tempo todo
Que a solução é desaparecer
Sendo claro, é morrer
Não entregarei a minha coroa
Meu maior tesouro estar guardado
Trancado a sete chaves
No lugar mais sombrio que eu possa ter
No meu coração
Reflexos e aparição
Medo e assombração
E uma coroa, intacta para manter
E me dão venenos, mas eu não vou beber
Vou levar a minha coroa, só não sei como fazer
3 de junho de 2012
Direito de permanecer calado
Escrever é uma maneira que encontrei de não enlouquecer
Posso falar tudo o que eu quero dizer
Sem me comprometer, escrevo para não me esquecer
Se eu for jugado, serei considerado condenado
Mas tenho o direito de permanecer calado
Sem nenhum som ou desabafo
Mas não mais que de repente, silêncio violado
Interrogado, pressionado e declarado culpado
Segredo compartilhado
Arrependimento e sentimento de ser mal interpretado
Sem flores, pompas ou fautos.
Com raiva e muito descaso
Depravado, amaldiçoado, sem noção
Tenho algo melhor que no caso é pior
Mas permanecer calado, sem desabafo
Se eu precisar eu falo
Escrever só para não enlouquecer
Escrever tudo o que teria para dizer
Escrever sem me comprometer.
Posso falar tudo o que eu quero dizer
Sem me comprometer, escrevo para não me esquecer
Se eu for jugado, serei considerado condenado
Mas tenho o direito de permanecer calado
Sem nenhum som ou desabafo
Mas não mais que de repente, silêncio violado
Interrogado, pressionado e declarado culpado
Segredo compartilhado
Arrependimento e sentimento de ser mal interpretado
Sem flores, pompas ou fautos.
Com raiva e muito descaso
Depravado, amaldiçoado, sem noção
Tenho algo melhor que no caso é pior
Mas permanecer calado, sem desabafo
Se eu precisar eu falo
Escrever só para não enlouquecer
Escrever tudo o que teria para dizer
Escrever sem me comprometer.
2 de junho de 2012
Tempo
Fiz um acordo com o tempo
E o meu tempo está acabando
Está indo muito rápido, está se esgotando
Muitas coisas se concertando
Outras parecem se quebrar
É uma sensação muito ruim
Querer mas não poder regressar
A chegada de um novo tempo
Algo se perdeu, algo se foi
E como recomeçar?
Como abrir mão dos planos
E simplesmente reaquitetar?
Um pouco de silêncio pode ajudar
Deixei todos os meus sonhos de lado
Não quero mais sonhar
Quero fazer outras coisas
Se ao menos o tempo fosse meu
Eu faria ele parar
Mas não é, ele vai acabar
Vou perder tudo isso
E terei que recomeçar
E o meu tempo está acabando
Está indo muito rápido, está se esgotando
Muitas coisas se concertando
Outras parecem se quebrar
É uma sensação muito ruim
Querer mas não poder regressar
A chegada de um novo tempo
Algo se perdeu, algo se foi
E como recomeçar?
Como abrir mão dos planos
E simplesmente reaquitetar?
Um pouco de silêncio pode ajudar
Deixei todos os meus sonhos de lado
Não quero mais sonhar
Quero fazer outras coisas
Se ao menos o tempo fosse meu
Eu faria ele parar
Mas não é, ele vai acabar
Vou perder tudo isso
E terei que recomeçar
1 de junho de 2012
Nada parou
É péssimo ter apenas uma fagulha de um sonho ruim que incomodou a noite toda
É uma forma de desrespeito se sentir só quando se tem alguém com quem contar
É assustador os que falam coisas inteligentes sem muito relutar
E os que escutam também tem o direito de esbravejar
Claro que sim! Por todo silêncio do mundo e a forma de amar
Esqueça tudo que passou, esqueça de mim, por favor
Achei que quando eu parei, tudo parou também
Aí abri os olhos e pecebi, que tudo se move
Nada parou!
Aí eu descobri que todos podem seguir seu coração e errar
Pois todos tem sempre a chance de ser redimido, Deus vai perdoar
Mas quando vem a raiva, pode ser por tudo, de mim ou de nada
Não gosto de tentar, gosto de acertar ou errar
Aí olhei para dentro de mim, e vi, vi que nada parou.
É uma forma de desrespeito se sentir só quando se tem alguém com quem contar
É assustador os que falam coisas inteligentes sem muito relutar
E os que escutam também tem o direito de esbravejar
Claro que sim! Por todo silêncio do mundo e a forma de amar
Esqueça tudo que passou, esqueça de mim, por favor
Achei que quando eu parei, tudo parou também
Aí abri os olhos e pecebi, que tudo se move
Nada parou!
Aí eu descobri que todos podem seguir seu coração e errar
Pois todos tem sempre a chance de ser redimido, Deus vai perdoar
Mas quando vem a raiva, pode ser por tudo, de mim ou de nada
Não gosto de tentar, gosto de acertar ou errar
Aí olhei para dentro de mim, e vi, vi que nada parou.
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