Dure até envelhecer
E não seja como sempre quis
Talvez eu nunca encontre ninguém
E nunca descubra o amor
De vez em quando eu oro sem fé
Não implorando cura nos momentos de dor
De repente, desconheço quem eu sou
Sujo a minha mão ambicionando todo o sabor
Do beijo, do cheiro e da cor
A beleza, delicadeza, nelas o oposto de quem sou
Então eu insisto, esperando a ajuda do Senhor
Que por uma sábia razão não concede os meus desejos
Antes, me ensina pela dor.
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