Eu era melhor nisso
Agora me sinto correndo perigo
A velha com cara de raiva
Tremendo os dentes, falando comigo?
A serpente dos meus sonhos
Rasteja tão veloz e sempre passa em minha frente
Parece que me defende
Mas antes do sonho acabar sempre ela me prende
A voz que parece ser de um amigo
Parece que parte da minha mente
Chama alto, de grito, assusta e de repente
E aparentemente nada foi, só minha mente
Mas quem me entende?
Ah e se eu falar que tem um cara lá
Em um lugar que só quer andar com um porrete
sujo, imundo, fedorento, magro e preso na parede
De onde eles vem eu não sei
Mas olham pra mim e as vezes rir
E as vezes parece ser de mim
Mas não estou nem aí
Não tenho medo, não deles
Mas bem que poderiam, sair, sei lá, sumir.
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