10 de agosto de 2012

Monstro invisível



O medo que estava estampado no meu rosto
Os meus olhos aterrorizados, ninguém viu
As minhas mãos trêmulas e meus pêlos em arrepio
O suor descendo no meu corpo, eu suava frio
A voz engasgada do susto, ninguém viu
Olhando para todos os lados, ninguém viu?
Com quem iria falar se não deixei ninguém saber
Não havia pus, nem sangue, nem dor
Não havia rastro do futuro rancor e o que isso causou
Bem, um mostro invisível para me torturar
Uma legião de olhos e ninguém a me reparar
Uma mão santa, o bastante para me ajudar
O que há por trás dos meus pensamentos
É difícil de entender e de explicar
A tanta falta da paz, me traz de volta para o meu lugar.

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