12 de agosto de 2012

Previsível

Claro que tudo agora estaria indo mal
Se não, não seria a vida, seria a morte
Meus maus sentimento e antipatia
E muita, muita falta de sorte
Algo sempre está errado
Do barulho até o silêncio que eu faço
Eu gosto de um caloroso abraço
Eu gosto de gente louca de cadarço desamarrado
As vezes eu largo uns sorrisos falsos
Não que eu não possa fazer melhor
É que quero transparecer o meu cansaço
Tão previsível e desesperado
Todo mundo que eu amo
Eles vão querer saber o que há errado
E eu sei o que é e por que eu faço

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