Um baú revelado em um quarto escuro
É as coisas do mundo os segredo de tudo
Um grupo digital, um mundo artificial
Tudo bem real, tudo ideal, genial
Não falta nada, nem magos nem fadas
Me leva para qualquer lugar
Sacia qualquer desejo meu, o que precisar
Luz que sai de lá, contamina meus olhos de olhar
Se me rendo tenho que levar, até o fim
O fim não há
Não há fim, não há paz, não há felicidade
Tem alegria, instantânea, momentânea
Só dura um dia e resta lembranças
Não há solidão assim como há perigo e riscos
O lugar dos esquisitos, o mundo dos excluídos
Dos esquecidos, dos fracos, dos oprimidos
Dos caídos, dos feridos
Mas passou, acabou, eu acho
Não estou mais sozinho, espero não estar enganado.

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