Que a vida é curtíssima
Que andar sozinho ás vezes vale mais
Que dançar e cantar é um dos caminho para paz
Que mentir é preciso, mas ninguém deve fazer
Que o amor é uma loucura que eu tenho que aprender
Se eu ando e alguém me diz que sou amuleto de sorte
Para todos e somente para alguém
Que a morte anda do meu lado e ela vai e vem
É de assustar mesmo uma velhinha que fala meio sem ar
Falando sem parar, segurando meu braço
Me impedindo de ir trabalhar
Depois me fazendo pensar
Que eu já a conhecia de algum lugar
Do inferno? Mas eu nunca estive lá
Me sentindo preso, preciso me libertar
Do caminho que fiz, qual pode acabar
0 comentários:
Postar um comentário